segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aquele com o Thor (que não é o Batista)

    Eita que minha paixão por mitologia ainda vai me matar! Por causa dela eu resolvi assistir Thor; e antes que digam alguma coisa, eu sei que o filme foi baseado nos quadrinhos, mas o quadrinhos por sua vez foram inspirados pela mitologia nórdica, mas anyway.
E o prêmio de Pior Pai do Ano vai para... Odin
A história é basicamente Thor, o filho de Odin - e isso é importante - é o herdeiro, mas é a criatura mais arrogante e despreparada pra tarefa. Um belo dia ele, seu irmão só que não Loki e mais uma galera, influenciados por Thor, fazem uma besteira muuuuito grande e como resultado Odin bane Thor do reino de Asgard e manda ele pra Terra junto com o Mjölnir, o martelo (pausa para o momento de pensar que o que não tá funcionando o povo joga pra cá u.u). E enquanto ele está aqui na Terra, Loki deu a louca em Asgard e ficou com o trono. O resto do filme é Thor querendo o martelo de volta, que está sendo retido por uma organização que conhecemos melhor em Os Vingadores, e Loki fazendo e acontecendo como rei e tentando impedir a volta de Thor.
    PASMEM, mas eu curti o filme. Em Thor a gente tem o que eu disse que faltava em The Avengers: consistência. Entre as cenas de ação - que são muitas e muito bem feitas, claro - e as piadinhas (ri alto várias vezes!) há momentos para os personagens mostrarem quem são. Outra coisa legal é a vibe Shakespeare depois que eu descobri que o Kenneth Branagh dirigiu o filme isso fez bem mais sentido. De quem mais eu lembraria com intrigas palacianas e conflitos tensos entre parentes próximos? VIU? Tem como fazer um filme de ação e aventura sem idiotizar o público. Eles não precisaram fazer nada cult, mas também ninguém reclama de um pouco de profundidade.
  Fiquei satisfeita com a atuação Chris Hemsworth, o adorado Thor. Ele me convenceu na pose de rapaz mimado e arrogante e mesmo as cenas mais dramáticas não ficaram tão ruins como em Os Vingadores. Talvez o texto no outro filme é que não tenha ajudado muito... Muitas pessoas, eu por exemplo, se perguntaram o que a Cisne Negro estava fazendo nesse filme. Deve ser legal fazer um filme mais pra diversão, de vez em quando, e a Natalie Portman mandou bem naquilo que ela podia, dentro da sonsice do personagem dela e do igualmente sonso romance com o Thor (nem vou falar disso porque se o povo ama um filme em que um casal que se conhece em um barco há menos de quatro dia juram amor eterno, eu não tenho mais nada a declarar). E a minha profecia de que o Tom Hiddleston como Loki ofuscaria menino Thor não se concretizou pelos motivos já citados, maaaaaaas ele continua me convencendo e muito! O que são aquelas cenas em que ele começa a chorar de raiva do nada? Desajustado é pouco.
Loki: Am I cursed?
Odin: No. You're adopted.(ele n disse isso, eu que pensei)
   No final o saldo foi positivo (só lá na metade que rola uma parte muito chata, mas depois supera). A história não tem nada de mais, porém junto com as cenas bem feitas (Asgard é LIIIINDA *-*), a trilha sonora do Patrick Doyle e a tal consistência que eu falei, Thor passa a ser um filme agradável de ver, comer pipoca e ficar com a sensação de que se divertiu por uma hora e pouquinho.
Claro que me me diverti ainda mais por fazer a cobertura em tempo real no facebook :x

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